terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

palavra é sangue
nas veias do poema

a palavra f(r)aca
cravada na veia vital

e o poema está morto.



"a poesia está morta
mas juro que não fui eu."

3 comentários:

Clarissa Marinho disse...

Marcinha,vc é muito talentosa viu?Nunca deixe de escrever!Sim eu ja li algo dela,sei que é muito talentosa,mas nao sabia q sairia filme.Vou dar uma olhada no teaser!
bjo

Clementine disse...

não foi você.

são as coisas, as pessoas, os infernais outros, enfim..
todos eles e eles todos.

matam tudo.
e te culpam.

ache-se menina.

Maranganha, Poeta e Assassinador de Escritos disse...

Fui eu, fui eu quem matou a poesia
fui eu quem a estuprou
a destratou
a desmantelou.

Seu sangue está ainda em minhas mãos
ainda fraca, ainda suplicante.

Eu, sem dó, ainda piso em seu crânio vermelho
e urino em suas carnes úmidas.

O problema é que o poema gostou disso.