eu rio
f l u i d o
e
c
h
o
v
o
lágrimas de alegria.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
pulsação
por v(e)ias dilatadas
teu coração urbano
se enche de caos
a cidade ainda pulsa,
mas te expulsa.
teu coração urbano
se enche de caos
a cidade ainda pulsa,
mas te expulsa.
manhãzinha
botão de laranjeira
abotoado em meu jardim
a marca de lençol
ainda fixa na pele fina
cheiro de café
invadindo
o silêncio da conversa
e da vista da janela
o mundo todo
solto e azul.
abotoado em meu jardim
a marca de lençol
ainda fixa na pele fina
cheiro de café
invadindo
o silêncio da conversa
e da vista da janela
o mundo todo
solto e azul.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
aceitação
colado às paredes
escusas
escuras
(sem rupturas)
meu corpo
e teu corpo
movimentos em feixes
teus braços-peixes
escorregam
e me dizem
sempre um sonoro sim
carregado de língua vermelha
estridente entre os teus dentes
um sonoro sim
sempre marcado
(nunca cerrado)
um sonoro sim
que me afeta, me acerta,
me ergue, me abre, me explora,
me tinge, me sua e me situa.
escusas
escuras
(sem rupturas)
meu corpo
e teu corpo
movimentos em feixes
teus braços-peixes
escorregam
e me dizem
sempre um sonoro sim
carregado de língua vermelha
estridente entre os teus dentes
um sonoro sim
sempre marcado
(nunca cerrado)
um sonoro sim
que me afeta, me acerta,
me ergue, me abre, me explora,
me tinge, me sua e me situa.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
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