na minha aldeia
teu nome se faz fogo
me deixa
a vista embaçada
a voz embargada
a vida dilacerada
(há)dentro o desespero
fujo, corro
enfrento minhas ruas
meus becos
meus estreitos trajetos
mas não há mais jeito:
minha paz bombardeada.
Aqui eu não sou eu. Aqui eu me permito ser outras. Aqui incorporo sentimentos diversos: amor, ódio, ternura, fervura, asco, paixão, dor, redenção. Incorporo e exploro sentimentos, podendo ser uma, podendo ser várias e ainda nenhuma.
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